Empresas / companhia aberta
COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA COPEL
companhia aberta CNPJ 76.483.817/0001-20 código CVM 14311
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A Copel divulgou comunicado operacional informando que o mercado faturado da Copel DIS cresceu 7,2% no 2T26 e 4,6% no acumulado do 1S26, impulsionado pelo aumento de consumo residencial e comercial. O crescimento reflete maior atividade econômica na área de concessão, expansão da base de clientes e temperaturas mais altas no início do trimestre, sendo um dado operacional relevante para acompanhamento de volumes, mas sem caráter de fato relevante.
Embora o assunto do protocolo mencione crescimento de 7,2% do mercado faturado da Copel DIS no 2T26, o texto extraído corresponde à certidão da ata da 276ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Copel, de 15/07/2026. Nela, o CAD aprovou por unanimidade a atualização da Política de Dividendos, com alteração dos parâmetros de distribuição alinhada à estrutura ótima de capital da companhia, além da atualização do Regimento Interno das Diretorias da holding e subsidiárias integrais. Os novos parâmetros da política não foram detalhados no documento, o que deixa a leitura condicionada à divulgação do material completo.
A Copel atualizou os parâmetros de sua estrutura ótima de capital e Política de Dividendos, elevando o alvo de alavancagem de 2,8x para 2,9x dívida líquida/EBITDA e ampliando o prazo de convergência ao centro da faixa de 24 para 48 meses. O payout mínimo de 75% do lucro líquido e a frequência mínima de dois pagamentos anuais foram mantidos. A mudança sinaliza maior tolerância a endividamento e mais flexibilidade para investimentos, sem alterar o compromisso de distribuição de dividendos.
A Aneel homologou o resultado do 6º ciclo de Revisão Tarifária Periódica da Copel Distribuição, estabelecendo RAB líquida de R$ 19.936,2 milhões e reajuste tarifário médio de 20,51%, com vigência a partir de 24 de junho de 2026. O aumento reflete reconhecimento de investimentos prudentes realizados nos últimos cinco anos e eleva significativamente a remuneração do capital regulatório, sendo positivo para a geração de caixa e receita regulatória da subsidiária de distribuição.</h}
A Copel comunicou a celebração de Contrato de Compra e Venda de Ações com a Gerdau S.A. para alienar sua participação de 23,03% na Dona Francisca Energética S.A. (DFESA), operadora da UHE Dona Francisca, considerando enterprise value de R$ 150,0 milhões. O pagamento será em parcela única no fechamento, condicionado a aprovações societárias e regulatórias usuais. A operação é de porte reduzido para a Copel, mas reforça a estratégia de simplificação societária e concentração do portfólio em ativos maiores com controle ou influência relevante.
A Elejor, entidade em que a Copel detém maioria de participação, formalizou a renegociação dos pagamentos futuros da Tarifa de Uso do Bem Público (UBP) referente às Usinas Hidrelétricas de Santa Clara e Fundão. O valor total objeto da renegociação é de R$ 420,631,215.58, visando realinhar o fluxo de obrigações e contribuir para a sustentabilidade operacional dos projetos. O ajuste final será feito pela variação da taxa SELIC entre as datas de referência, impactando os valores finais a serem pagos e as parcelas mensais. Esta medida visa equilibrar o balanço financeiro dos projetos e alinhar os pagamentos com a estratégia de valorização da Copel.
A Copel aprovou o aditamento e renovação do seu programa de recompra de ações, permitindo a aquisição de até 285,5 milhões de ações ordinárias adicionais, equivalente a 10% das ações em circulação somadas às já em tesouraria. O prazo foi estendido por 18 meses, até novembro de 2027, sinalizando compromisso contínuo com alocação de capital via recompra sem afetar dividendos.
Ata da 71ª AGO e 213ª AGE da Copel, realizadas em 23/04/2026 de forma digital, com quórum de aproximadamente 68,9% do capital votante. Os acionistas aprovaram as contas e demonstrações financeiras de 2025, o orçamento de capital de 2026 de R$ 3,02 bilhões e a proposta de destinação do lucro líquido de R$ 2,69 bilhões do exercício de 2025, além de deliberar sobre conselho fiscal, eleição de conselheiro de administração e remuneração dos administradores. Trata-se de ata ordinária que formaliza matérias já propostas pela administração, sem novidade material para a tese.
A Copel comunicou que a Fitch Ratings reafirmou o rating de longo prazo 'AAA(bra)', nota máxima da escala nacional, para a companhia e suas subsidiárias integrais (Copel GeT, Copel Distribuição e Copel Serviços), com perspectiva estável. Segundo o comunicado, a manutenção reflete o sólido perfil de negócios, com ativos rentáveis em geração, transmissão e distribuição que diluem riscos operacionais e regulatórios. É confirmação de qualidade de crédito, sem alteração de patamar, com efeito marginal sobre custo de funding.
Apresentação de resultados do 1T26 da Copel: EBITDA recorrente consolidado de R$ 1.754,6 milhões (+16,7% vs 1T25) e lucro líquido recorrente de R$ 638,9 milhões (+10,7%), com alavancagem de 2,8x dívida líquida/EBITDA. O desempenho foi puxado pela GeT (+30,7% de EBITDA), beneficiada por modulação hidráulica e submercado (~R$ 70 milhões cada) em cenário de PLD 122% maior (R$ 359,40/MWh) e curtailment de 20,7%. A companhia reforçou a remuneração ao acionista com JCP de R$ 706 milhões (pagamento em 30/09/2026) e dividendos de R$ 1,35 bilhão (pagamento em 30/06/2026), além da expansão de +1.266 MW nas UHEs Foz do Areia e Segredo contratada no LRCAP a R$ 1.395 mil/MW.ano.
Segunda versão (v2) da apresentação de resultados do 1T26 da Copel, com conteúdo essencialmente idêntico ao documento anterior — apenas ajuste pontual de redação no slide sobre formação de preços no setor elétrico. Mantém os mesmos destaques: EBITDA recorrente de R$ 1.754,6 milhões (+16,7%), lucro líquido recorrente de R$ 638,9 milhões (+10,7%), alavancagem de 2,8x e remuneração ao acionista via JCP de R$ 706 milhões e dividendos de R$ 1,35 bilhão. Por ser reenvio de material já divulgado, não traz informação incremental relevante.
A Copel divulgou os resultados do 1T26, com Ebitda recorrente de R$1.754,6 milhões (+16,7% a/a) e lucro líquido recorrente de R$638,9 milhões (+10,7% a/a), impulsionados por ganhos com modulação hidrelétrica e maior PLD no submercado Sul, apesar de GSF menor e curtailment elevado. A companhia também anunciou pagamento de JCP e dividendos relevantes, mantendo alavancagem em 2,8x dívida líquida/Ebitda.
A Copel divulgou o press-release de resultados do 1T26, com Ebitda recorrente de R$ 1.754,6 milhões (+16,7% vs 1T25) e lucro líquido recorrente de R$ 638,9 milhões (+10,7%), impulsionados por ganhos na modulação de geração hidrelétrica e maior mercado faturado na distribuição. A alavancagem subiu para 2,8x dívida líquida/EBITDA, e a empresa anunciou pagamento de JCP (R$ 706 milhões) e dividendos (R$ 1,35 bilhão) já aprovados anteriormente. O resultado mostra resiliência operacional mesmo com GSF de 92% e curtailment elevado de 20,7%.
A Copel divulgou resultados do 4T25 com Ebitda recorrente de R$1,4 bi (+16,1% a/a) e lucro líquido recorrente de R$682,6 milhões, além de um ano de 2025 marcado pela conclusão da migração para o Novo Mercado (com prêmio de R$1,3 bi) e desinvestimento da UHE Baixo Iguaçu (equity value R$1,7 bi). A companhia também distribuiu R$2,5 bilhões em dividendos/JCP no ano, atingindo payout de 144,4% e dividend yield de 13,9%, reforçando a tese de forte remuneração ao acionista, ainda que a alavancagem tenha subido para 2,7x Dívida líquida/Ebitda.
A Copel divulgou o press-release do 4T25 com Ebitda recorrente de R$1,4 bilhão no trimestre (+16,1% a/a) e R$5,5 bilhões em 2025 (+10,2% a/a), além de lucro líquido recorrente de R$682,6 milhões no trimestre. Destaques do período incluem a conclusão da migração ao Novo Mercado com pagamento de prêmio de R$1,3 bilhão, o desinvestimento da UHE Baixo Iguaçu (equity value de R$1,7 bilhão) e distribuições robustas aos acionistas, elevando o payout anual a 144,4% e dividend yield de 13,9%. O conjunto reforça simplificação societária, disciplina de capital e remuneração elevada ao acionista, mas alavancagem subiu para 2,7x Dívida líquida/Ebitda.
A Copel divulgou resultados do 4T25 com Ebitda recorrente de R$1,4 bilhão (+16,1% a/a) e lucro líquido recorrente de R$682,6 milhões, além de eventos societários relevantes: conclusão da migração para o Novo Mercado (com prêmio de R$1,3 bilhão pago aos acionistas) e venda da UHE Baixo Iguaçu por equity value de R$1,7 bilhão. A companhia também aprovou distribuições robustas de dividendos e JCP, elevando o payout anual para 144,4% e o dividend yield para 13,9%, embora a alavancagem tenha subido para 2,7x dívida líquida/Ebitda.
A Copel divulgou resultados do 4T25 e do ano de 2025 mostrando crescimento de Ebitda e lucro líquido recorrentes, além de marcos societários relevantes: conclusão da migração para o Novo Mercado (com pagamento de prêmio de R$1,3 bilhão) e venda da UHE Baixo Iguaçu por equity value de R$1,7 bilhão. A companhia também aprovou distribuições robustas de dividendos e JCP no trimestre, elevando o payout anual a 144,4% e o dividend yield a 13,9%, embora a alavancagem tenha subido para 2,7x Dívida líquida/Ebitda.