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ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.
companhia aberta CNPJ 60.872.504/0001-23 código CVM 19348
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O Itaú Unibanco comunicou que exercerá, em 15/07/2026, a opção de recompra da totalidade das Letras Financeiras Subordinadas Nível 1 perpétuas emitidas entre 08 e 16 de janeiro de 2019, no valor de R$ 1,4 bilhão. O impacto estimado no índice de capitalização Nível 1 é de apenas 0,1 ponto percentual, indicando gestão rotineira de passivos de capital sem efeito material sobre a solidez do banco.
O Itaú Unibanco venceu a nova licitação do Governo de Minas Gerais para gestão da folha de pagamentos de aproximadamente 670 mil servidores estaduais (ativos, aposentados e pensionistas) e fornecedores pessoas jurídicas, serviço que o banco já presta desde 2021. O novo contrato, assinado em 01/07/2026, tem vigência de cinco anos a partir de 22/12/2026 e prevê pagamento de R$ 2,188 bilhões pelo banco, a ser registrado como intangível com reconhecimento diferido no resultado. A renovação preserva base relevante de clientes de varejo e receitas associadas, embora a um custo elevado.
O Itaú Unibanco emitiu R$ 3 bilhões em Letras Financeiras Subordinadas Perpétuas junto a investidores profissionais, com opção de recompra a partir de 2031 sujeita a autorização prévia do Banco Central. Os títulos comporão o Capital Complementar (AT1) do Patrimônio de Referência, com impacto estimado de 0,19 ponto percentual no índice de capitalização Nível 1. Operação de otimização da estrutura de capital, coerente com a recompra das letras de 2019 anunciada na sequência.
O Itaú Unibanco aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio no valor bruto de R$ 3,99 bilhões referente ao exercício de 2026. O valor líquido por ação é de R$ 0,298551 (ITUB3 e ITUB4), com pagamento até 31.08.2026. Trata-se de remuneração recorrente ao acionista, relevante para a tese de dividend yield do papel.
O Itaú Unibanco divulgou correspondência da GQG Partners LLC informando que, após alienações no mercado secundário em nome de clientes, passou a deter 269.340.203 ações preferenciais e ADRs, aproximadamente 4,97% das PNs do banco, caindo abaixo do patamar de 5% que obriga divulgação. A GQG declarou tratar-se de investimento minoritário, sem poderes de voto pelos clientes e sem intenção de alterar controle ou administração. Movimento de portfólio de gestora estrangeira, sem efeito estrutural, mas monitorável como sinal de fluxo vendedor.
O Itaú Unibanco comunicou a substituição do portal utilizado para divulgação de fatos relevantes, passando a usar o site mzgroup.com.br. Trata-se de um ajuste procedimental sem relação com resultados, estratégia ou governança material da companhia.
Comunicado do Itaú Unibanco divulgando as demonstrações contábeis e a análise gerencial do 1T26, com apresentações agendadas para 06/05/2026. Os destaques apontam resultado recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões (+10,4% a/a), ROE recorrente de 24,8% no consolidado e 26,4% no Brasil, carteira de crédito de R$ 1.483 bilhões (+9,0% a/a ex-variação cambial) e inadimplência sob controle (NPL 90 dias de 1,9%, estável). Conjunto de números consistente, que sustenta a tese de rentabilidade elevada com qualidade de crédito estável.
O Itaú Unibanco divulgou o material de apresentação do resultado do 1T26, com lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões (+10,4% a/a) e ROE consolidado de 24,8%. A carteira de crédito ex-variação cambial cresceu 9,0% a/a, para R$ 1.483 bilhões, com inadimplência acima de 90 dias estável em 1,9% e CET1 de 12,0%. O conjunto confirma a tese de rentabilidade elevada com qualidade de crédito sob controle, principal driver do case.
Press release do resultado do 1T26 do Itaú Unibanco: lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões e ROE de 24,8%, com inadimplência acima de 90 dias estável em 1,9% apesar do cenário macro desafiador. Receitas de serviços e seguros cresceram 5,3% a/a e o índice de eficiência no Brasil atingiu 34,9%, melhor patamar histórico para um primeiro trimestre. O documento reforça a narrativa de crescimento responsável da carteira e disciplina de capital.
Divulgação do relatório trimestral regulatório de Gerenciamento de Riscos e Capital (Pilar 3) do Itaú Unibanco referente ao 1T26, exigido pelo Banco Central. O documento consolida informações padronizadas sobre requerimentos prudenciais, RWA, composição do Patrimônio de Referência, alavancagem, liquidez (LCR/NSFR) e riscos de crédito, mercado e operacional. Trata-se de divulgação procedimental recorrente, sem fato novo relevante para a tese.