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PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS
companhia aberta CNPJ 33.000.167/0001-01 código CVM 9512
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Últimos documentos na CVM
A Petrobras divulgou seu Relatório de Produção e Vendas do 2T26, reportando produção recorde de 3,34 MM boed (+14,1% a/a), impulsionada pelo ramp-up de novos FPSOs em Búzios, Mero e Jubarte, incluindo a antecipação da entrada em operação da P-79. O refino também atingiu fator de utilização recorde histórico (101,2%), reduzindo importações de derivados e petróleo ao menor patamar desde a pandemia. Os dados reforçam trajetória de crescimento operacional acima do guidance e maior eficiência em E&P e refino.
A PETROBRAS comunicou a eleição de um Diretor Executivo Interino com foco em Transição Energética e Sustentabilidade, referente à data de referência 24/07/2026. Este movimento indica uma reorientação estratégica da liderança corporativa para priorizar as agendas ambientais e de sustentabilidade no âmbito das operações da empresa. O fato é relevante por sinalizar o alinhamento da gestão com os desafios regulatórios e de mercado relacionados à descarbonização.
A Petrobras recebeu uma nova parcela de R$ 1,7 bilhão referente ao Programa de Subvenção Econômica para a comercialização de óleo diesel, cobrindo o período de 16 a 31 de maio de 2026. Este valor adiciona ao montante acumulado de cerca de R$ 6,4 bilhões recebidos até o momento pelo programa. O comunicado reflete um fluxo de receita relacionado às políticas governamentais de subsídio no setor de combustíveis.
A Petrobras divulgou seu relatório de desempenho do 1T26, reportando EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos de R$ 61,7 bilhões e lucro líquido sem eventos exclusivos de R$ 23,8 bilhões, com queda no fluxo de caixa operacional (-19,9% t/t) mas leve alta no fluxo de caixa livre. O documento destaca recorde de produção de óleo e gás e efeitos ainda não capturados nas receitas devido à defasagem entre embarque e reconhecimento de venda, o que sinaliza potencial melhora nos resultados do 2T26 com a alta recente do Brent.
A Petrobras divulgou seu relatório de desempenho do 1T26, reportando EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos de R$ 61,7 bilhões e Lucro Líquido sem eventos exclusivos de R$ 23,8 bilhões, com produção de óleo e gás em patamar recorde (+3,7% vs 4T25). O resultado consolidado mostra queda no Fluxo de Caixa Operacional (-19,9% t/t) e Fluxo de Caixa Livre (-22,9% a/a), parcialmente compensados pela valorização cambial. A companhia destaca defasagem entre a alta recente do Brent e seu reflexo nas receitas, com efeito esperado apenas no 2T26, o que é relevante para revisão de projeções de curto prazo.
A Petrobras divulgou seu Relatório de Desempenho do 1T26, com EBITDA Ajustado sem eventos exclusivos de R$ 61,7 bilhões (+4,5% t/t) e Lucro Líquido sem eventos exclusivos de R$ 23,8 bilhões (+0,9% t/t), impulsionados por produção recorde de óleo e gás e apreciação do real. O documento é rotineiro (relatório trimestral de resultados) mas contém informações relevantes sobre geração de caixa, endividamento e efeitos ainda não capturados de alta do Brent e produção, com impacto esperado no 2T26.
A Petrobras divulgou o desempenho do 4T25 e do exercício de 2025, com EBITDA ajustado sem eventos exclusivos de R$ 244,3 bilhões (queda de 0,6% a/a) e lucro líquido sem eventos exclusivos de R$ 100,9 bilhões (queda de 2,0% a/a), impactados pela queda de 14,5% no Brent no ano, mas parcialmente compensados por aumento de 11% na produção de óleo e gás. O fluxo de caixa operacional somou R$ 200,3 bilhões e o fluxo de caixa livre R$ 91,6 bilhões, enquanto a dívida líquida/EBITDA subiu para 1,42x. O Conselho aprovou proposta de remuneração aos acionistas de R$ 8,1 bilhões referente ao resultado do 4T25.