Empresas / companhia aberta
VIBRA ENERGIA S/A
companhia aberta CNPJ 34.274.233/0001-02 código CVM 24295
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O que mudou no discurso — 4T25 → 1T26
O discurso migrou de uma narrativa ofensiva de crescimento e ganho de market share (2025 como 'Ano da Inflexão') para uma postura defensiva de gestão de crise, motivada pela escalada do conflito no Oriente Médio e pressão sobre preços de Diesel importado. A alavancagem melhorou de 2,4x para 2,0x e o ROIC subiu, mas o segmento de Renováveis (Comerc) piorou sensivelmente, com Ebitda @stake caindo 28% frente ao 1T25. Diversas métricas de destaque do trimestre anterior (market share, NPS, VMM, Lubrificantes, SAF) desapareceram, dando lugar a métricas de gestão de dívida e ROIC detalhado.
guidance omitido 7 métrica(s) omitida(s) 5 sinal(is) de atenção
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Últimos documentos na CVM
A Vibra atualizou o valor bruto por ação dos JCP declarados em 15/06/2026, de R$ 0,46662319252 para R$ 0,46662275758, em razão de movimentações de ações em tesouraria. Datas mantidas: posição acionária em 22/06/2026, negociação ex-direito a partir de 23/06/2026 e pagamento em parcela única em 15/10/2027, sem atualização monetária. Ajuste técnico marginal, sem efeito prático relevante para o acionista.
O Conselho de Administração da Vibra aprovou, em 15/06/2026, a declaração de JCP no valor bruto de R$ 558,2 milhões (R$ 0,46662319252 por ação), imputados ao dividendo mínimo obrigatório do exercício de 2026, ad referendum da AGO. A data de corte é 22/06/2026, com pagamento em parcela única apenas em 15/10/2027, sem atualização monetária — prazo longo entre declaração e pagamento que reduz o valor presente para o acionista. A declaração antecipada aproveita o benefício fiscal do JCP.
Comunicado da Vibra com teor essencialmente idêntico ao documento de mesma data (15/06/2026) sobre remuneração aos acionistas: o CA aprovou JCP bruto de R$ 558,2 milhões (R$ 0,46662319252 por ação), a serem adicionados ao dividendo mínimo obrigatório de 2026, ad referendum da AGO. Data de corte em 22/06/2026 e pagamento em parcela única em 15/10/2027. Trata-se de duplicidade/segunda versão do mesmo anúncio, sem informação incremental.
A Vibra comunicou, nos termos do art. 12 da Resolução CVM 44, que os veículos geridos pela Dynamo passaram a deter 4,94% do capital social da companhia, patamar abaixo do limiar de 5% — o doc_type indica declaração de alienação de participação relevante, sugerindo redução da posição para baixo desse nível. A posição agregada combina ações ordinárias, empréstimo de ações e derivativos de liquidação física. Movimentação de gestora relevante que serve de sinalização de fluxo, mas sem intenção declarada de alterar controle ou gestão.
Apresentação de resultados do 1T26 da Vibra: EBITDA ajustado de R$ 3,2 bilhões (+58% a/a), fluxo de caixa operacional de R$ 1,9 bilhão (+101% a/a) e alavancagem reduzida para 2,0x, em trimestre marcado pela escalada do conflito no Oriente Médio e pela volatilidade nos preços de derivados. A companhia ampliou importações, expandiu a rede com recorde de 155 novos postos e elevou o ROIC para 18,6%, enquanto o segmento de renováveis sofreu com curtailment de 19%. Conjunto forte que reforça a tese de geração de caixa e desalavancagem no core de distribuição.
A Vibra Energia divulgou os resultados do 1T26, marcados por forte alta de rentabilidade em meio a um cenário de restrição de oferta de derivados agravado pelo conflito no Oriente Médio. A companhia registrou Ebitda Ajustado de R$ 3,2 bilhões (+58% a/a), lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão e redução da alavancagem para 2,0x, além de expansão da rede de postos. O resultado reforça a tese de resiliência do modelo de distribuição e ganho de market share via migração de bandeira branca para embandeirada.
A S&P Global Ratings publicou tear sheet reafirmando o rating 'BBB-' com outlook estável para a Vibra Energia, projetando forte melhora de margens e desalavancagem em 2026-2027 impulsionada por preços mais altos de combustíveis e maiores volumes. O relatório não constitui ação de rating, mas reforça uma leitura positiva sobre a trajetória de crédito da companhia, com queda da relação dívida/EBITDA de 3,6x em 2025 para 2,4x em 2026 e abaixo de 2,0x em 2027.
A Vibra Energia S.A. concluiu a alienação de sua participação no capital social da Evolua Etanol, uma joint-venture com a Copersucar S.A., encerrando sua posição acionária na operação. A transação envolveu o pagamento de quatro parcelas de R$ 64.581.853,71 cada e a atribuição de 50% dos créditos tributários (ICMS/PIS/COFINS) estimados em R$ 30 milhões. Esta decisão reflete a estratégia da Vibra de aumentar a flexibilidade no suprimento de etanol e reforçar a disciplina na alocação de capital.
A Vibra Energia realizou AGO/E em 15/04/2026, aprovando contas de 2025, orçamento de capital para 2026, destinação de resultado com distribuição de dividendos/JCP, eleição de Conselho de Administração e Fiscal, remuneração dos administradores, além de alteração estatutária para refletir aumento de capital aprovado em novembro de 2025. O evento é majoritariamente procedimental, mas inclui confirmação de distribuição relevante de proventos aos acionistas.
A Vibra Energia divulgou o mapa final de votação detalhado da AGO/E realizada em 15/04/2026, apresentando o resultado da deliberação sobre relatório da administração, contas dos administradores e demonstrações financeiras do exercício de 2025. A matéria foi aprovada por praticamente unanimidade dos votos ON presentes. O documento é procedimental e não traz novas informações sobre estratégia ou resultados da companhia.
A Vibra Energia S.A. concluiu a alienação de sua totalidade das ações detidas na Evolua Etanol, uma joint-venture com a Copersucar S.A., em 14 de abril de 2026. A Companhia saiu da participação acionária, que correspondia a 49,99% do capital social da Evolua, permitindo que a Copersucar S.A. adquirisse o controle total (100%). Esta decisão foi motivada pela estratégia da Vibra de ampliar a flexibilidade no suprimento de etanol e reforçar a disciplina na alocação de capital.
A Vibra Energia divulgou o release de resultados do 4T25, reportando volume recorde de 9,5 milhões de m³, Ebitda Ajustado de R$ 2,6 bilhões e Lucro Líquido Ajustado de R$ 615 milhões, além de redução da alavancagem para 2,4x Dívida Líquida/Ebitda. A Companhia destacou expansão de market share, margens comerciais crescentes e avanços regulatórios favoráveis ao setor, encerrando 2025 como um 'ano de inflexão' com retorno total ao acionista de 75% no ano.